Review Series Finale

 Review Series Finale

Bom, é isso. Último review da última temporada. Estamos aqui ainda sem acreditar muito que acabou, mas tudo que é bom, tem um fim e agora é hora de dizer adeus (ainda que possamos revisitá-los) aos nossos personagens preferidos. Bora pros episódios!

7×12 – O fim está próximo

Começamos com Daisy, Sousa e Mack chegando na Zephyr 1, eles atracaram nela com o Quinjet, sendo puxado pela própria nave. Ao chegarem lá, a Zephyr está completamente vazia, exceto por um pessoa que estava morta (provavelmente a que vimos Nathaniel matar no final do 7×11).


Depois, passamos para Jemma e Deke sendo presos em outra sala pelos Chronicoms, é quando injetam algo nela que desativará o inibidor. Com isso, Sibyl e Nathaniel pretendem descobrir onde está Fitz, para que possam seguir com o plano.


Nathaniel começa a envenenar Kora contra Jiaying e Daisy, dizendo que eles estão do lado certo (ata), que Jiaying a considerava um erro e que Daisy é muito perigosa, enquanto nesse meio tempo, Garrett invade o Farol para colocar explosivos lá, já que ele conseguiria sobreviver a um ataque externo com facilidade (bom, sobreviveu à explosão da Terra, o que seria uns tiros lasers vindo do espaço, né?).


Na Zephyr, Mack e Sousa estão esperando Daisy, quando Sibyl manda uma mensagem falando que todas as bases da SHIELD foram destruídas e eles perderam. Mack então, tenta sair do hangar que estavam presos, mas o ataque da Zephyr não causa efeito. No Farol, Coulson, May e Yo-Yo notam a chegada de Garrett pelas câmeras de segurança.

Sibyl fala que as chances deles descobrirem onde está Fitz aumenta, se deixarem Daisy encontrar Jemma, então eles não a atacam enquanto ela invade a nave, o que ela acha bem estranho.



De volta ao Farol, tivemos um breve momento Philinda, onde eles conversam sobre o que se tornaram e sobre a mudança na linha do tempo, enquanto esperam Garrett chegar. Quando ele chega, Yo-Yo o prende com a máquina parecida que Fitz construiu para conter o Gordon, na 2ª temporada. Eles falam para Nathaniel cancelar a explosão, mas ele não o faz, então Yo-Yo consegue levar as bombas para outro lugar, Coulson protege May, mas Garrett acaba ferido. Porém, a explosão acabou prendendo eles dentro do Farol, sem saída.

Após Daisy encontrar Jemma e Deke, eles vão à caminho da Zephyr novamente, é quando Kora aparece. Em uma das cenas mais legais desse primeiro episódio, principalmente em se tratando de efeitos, Kora ataca Daisy e ela se defende, criando um escudo de proteção com seu poder, falando para Jemma e Deke irem para a nave e não a esperarem.


Voltamos para Zephyr e Mack e Sousa estão se defendendo dos chronicons que começaram a atacá-los. Eles usam aquele dispositivo que vimos Ward usando na 1ª temporada para atingir os chronicons. Depois de um tempo, eles percebem que possuem uma grande arma nas mãos, já que os chronicons por si só, são quase bombas ambulantes. Deke e Jemma chegam e eles começam a arrumar uma forma de sair dali.


Kora acaba sendo meio convencida pela Daisy e a deixa ir embora, quando Sibyl descobre que o que Nathaniel falou para ela acabou estragando os planos deles.


Daisy volta pra Zephyr e eles usam os chronicons nos misseis para explodirem e saírem do local, enquanto no Farol, eles percebem que receberam uma mensagem avisando sobre um 0-8-4 e com uma localização. Depois que Garrett os convence a tirá-los dali, pois havia ficado bravo com Nathaniel que o deixou para morrer, eles chegam no bar dos Koenig. E Garrett é recebido com um tiro, caindo morto logo em seguida. Nossos agentes se apresentam, falam da mensagem e vemos uma versão mais jovem de Victoria Hand. Eles descobrem que cada pessoa ali foi responsável por guardar um 0-8-4, que passou de geração a geração, e que deveriam se encontrar ali quando recebessem uma mensagem.

Daisy, Mack, Sousa, Jemma e Deke chegam no local quando Coulson e May estão tentando descobrir o que significam aqueles 0-8-4. Eles começam a conversar e Jemma vai juntando as peças, uma por uma, falando a respeito de casamento (algo que ela lembrava a todo momento). Quando a última parte chega, eles conseguem abrir um local dentro do bar. Colocam o equipamento lá e, depois de muito pensar, Jemma coloca sua aliança como chave para que, finalmente, Fitz apareça, mesmo ela não tendo ideia de quem ele seja.



Vamos para o (último) “retornamos em um momento” e vemos Sibyl conversando com Nathaniel a respeito da equipe, mais uma vez, falando que tem 100% de chances deles não serem mais vistos juntos.

7×13 – Pelo que estamos lutando

Continuamos o episódio direto após o “retornamos em um momento”, com a equipe no bar junto e Fitz explicando que eles podem voltar para a linha do tempo original. É quando Fitz diz que a chave para conseguirem salvar a todos, é Kora. Eles começam a discutir sobre viajarem pelo Reino Quântico para voltarem para a linha do tempo original e então Deke surge com a ideia de levarem os chronicons daquela linha temporal junto com eles, porém, alguém teria que ficar para trás para apertar o botão.


Sousa começa a se voluntariar, mas é interrompido por Deke, que diz que é mais capaz de conseguir arrumar a máquina e que percebeu o clima entre Daisy e Sousa, dizendo que só queria que ela fosse feliz (foi muito fofo ele dizendo isso, mas triste também). Ele finaliza dizendo que, desde que FitzSimmons sigam suas vidas, existe uma chance deles verem ele de novo.


Com isso, eles correm e começam os preparativos na Zephyr para levarem os chronicons de volta para a linha do tempo original, exatamente no ponto final da 6ª temporada, com eles derrotando a Izel.


Nesse meio tempo, Fitz começa a recuperar as memórias da Jemma, fazendo com que ela parta de um ponto para lembrar de todas as outras coisas. Ele comenta a respeito de uma constelação que ela gostava quando mais nova e pede para ela focar no nome da maior estrela dessa constelação: Alya. É quando vemos os flashbacks do que aconteceu no tempo que eles estavam construindo a máquina do tempo, começando pelo exato momento que Enoch salva eles no Farol, no 6×13.

A partir dali, eles vão para o Quinjet onde estavam Piper e Flint e eles precisam voltar para o templo. É quando Enoch mostra que também possui um fluxo do tempo, onde conseguem ler as predições do que vai acontecer, da mesma forma que Sibyl fazia. Flint os ajuda com um pedaço do monólito, para que eles consigam fazer o que precisa ser feito. Nisso, eles viajam para a constelação que Jemma conhecia e Fitz começa a estudar o fluxo do tempo.



Eles sabiam que levariam um tempo para concluir o design, então tiraram um tempo para eles mesmo. E eles viveram anos juntos, para depois voltarem ao exato momento em que haviam deixado Piper e Flint, no Templo da Izel.

Depois disso, eles começam a colocar o plano de derrotar os chronicons em ação, fazendo uma conexão INCRÍVEL com o final da 6ª temporada, onde eles mesmo (Fitz, Jemma, Yo-Yo e Sousa) eram parte da equipe de extração que ajudou Jemma a salvar May e levarem todos para a nave (ai, eu amo um paradoxo temporal). Depois disso, eles seguem para o Farol, para tentarem recuperar a base.


Sibyl começa a procurar pela Zephyr, enquanto eles estão camuflados. A equipe dos chronicons consegue localizar, mas eles encontram a outra Zephyr, que a Jemma busca os agentes. Quando atiram, eles saltam no tempo e os misseis dos chronicons atingem o templo, como acontece no final da 6ª temporada. E a Zephy “atual”, atraca na nave chronicon.


Sibyl não acredita que a nave tenha sido derrotada, então consegue encontrar Coulson e leva ele para o centro de comando. Nathaniel pega os poderes de Kora para si e aparece para enfrentar Daisy.


Coulson revela que FitzSimmons estão de volta ao Farol e Sibyl envia os caçadores para encontrá-los, é quando ele admite, que esse era o plano. Essa foi a cena com mais ação de todo episódio, ao mesmo tempo que vemos May (se chamando de Cavalaria) chegando para ajudar Coulson e atingir Sibyl, Daisy enfrenta Nathaniel paralelamente, com a luta épica de “Quakes”.

Eles resgatam Kora, ainda fraca por conta de ter passado seus poderes pro Nathaniel, levam ela para a sala de comando e fazem com que ajude May a amplie seu poder, com empatia, jogando um raio para o Farol. Ao serem atingidos, os chronicons ficam sem o desejo de atacar os agentes, lá presentes.



Coulson, May, Mack e Kora saem da nave chronicon, enquanto Daisy segue sua luta com Nathaniel. Ela diz que eles conseguiram derrotar os chronicons na Terra e que eles perderam. Malick a atinge com o poder da Tremor e diz que ali ele ainda ganha, pois não tem como ela derrotá-lo sem se matar. E, para o desespero de muitos, vemos Daisy dizendo “essa é a ideia“. Ela usa seu corpo pra criar uma alta quantidade de explosão e atingir os pontos de radiação que existiam na nave dos chronicons. As naves se destroem e vemos o corpo de Daisy no espaço. Eles a trazem para dentro da nave e Kora, mais uma vez ajuda a todos, usa seu poder para trazê-la de volta a vida.

Pouco antes, no Farol, Jemma começa a lembrar das coisas, lembrando do motivo pelo qual estavam lutando. E essa também é a frase que Coulson fala para Daisy quando ela acordo: “É por isso que estamos lutando“. No que a Daisy responde: “Família“.


Nisso, corta para Jemma indo para a cápsula, onde Fitz estava. Ela vai para uma outra porta e encontra com sua filha, Alya. Num reencontro emocionante, já que Simmons estava sem vê-la há tempos, mas para a garotinha não passou de alguns instantes. Então, vemos novamente algumas cenas dos flashbacks, onde mostra os dois vivendo juntos, mostrando a gravidez e outros momentos deles com a filha, curtindo momentos no espaço.


Ao invés de um “retornamos em um momento”, aparece uma mensagem “um ano depois”, onde eles estão de volta pro bar dos Koenig, se sentam em círculo e vão chegando aos poucos. (leiam a seguir, alguém que se empolgou com a conversa dos agentes):


Daisy pergunta se Mack está gostando do novo trabalho e ele diz que está se acostumando com a vista depois de tantos anos. May pergunta se Yo-Yo ainda está alocada lá e ela fala que sim, mas que está numa missão atrás de um 0-8-4. E Mack diz que ela é a mais condecorada agente deles. Ela fala que tem uma boa equipe e que trabalham bem junts. E diz que Piper quase se arrepende do presente que pediu pra Simmons. Jemma pergunta pra May sobre como ela está na nova profissão e ela diz que odeia. Que lutou contra alieníginas, demônios, androides, mas é a primeira vez que ela se sente exausta. Fitz concorda e Daisy brinca que ele está aposentado e ele retruca dizendo que isso é algo que alguém sem crianças diria. Eles começam a falar um pouco sobre Alya e os tantos presentes que a equipe mandou para ela. Simmons diz que recebeu uma carta do Sousa e que achou fofo. Daisy diz que acabou de comprar uma máquina de escrever. Simmons pergunta se as coisas estão indo bem e Daisy responde que sim, que estão adorando a jornada juntos. Mostrou E.T. pra ele e ele chorou como um bebê (não julgo, também choro). Enfim, eles chamam eles de embaixadores espaciais e ela diz que ele é um idiota, mas mandou um “oi”. Nisso ela se vira pro Coulson com um “falando em idiotas”, ela pergunta o que ele irá fazer (chamando o de A.C., saudades 1ª temporada). Ele comentou que ia tirar um ano para avaliar, então ele resolveu que pode sempre se desligar, que vai aproveitar para ver o mundo. May, Mack e Daisy oferecem lugar para ele quando quiser voltar a ativa. Então, começamos a ver os desfechos de cada um, com a Yo-Yo sendo a primeira a anunciar que precisava ir.

Os finais dos personagens

Deke: No ato heróico de salvar a todos, possibilitando a volta deles para a linha do tempo original, fica nos anos 80 (e vamos combinar que ele vai se divertir muito, pois afinal, tinha até criado uma banda com muitos seguires, alguns anos antes).



Yo-Yo: Segue em missões, junto com Piper e Davis (que acabou sendo o desejo da Piper, um Davis LMD, em troca por ter cuidado do container com Fitz, e a filha deles).

May: Virou professora para novos alunos da Coulson Academy, incluindo Flint.


FitzSimmons: Aposentaram para cuidar da filha (aí que cena linda)


Mack: Virou o diretor da SHIELD, assim como Fury era.


Daisy: Está viajando com a Zephyr 3, com Sousa e Kora (talvez estejam até no Reino Quantico).

Coulson: Irá curtir um pouco mais a sua vida, passeando com a mais nova Lola, toda renovada por Mack, como um presente para Coulson.



O que achamos:

Em comparação ao episódio anterior, 7×11, o 12 acabou sendo um pouco mais parado e menos emocionante, do que esperava que fosse, principalmente se tratando da series finale onde eles teriam que resolver muita coisa. Porém, ele trouxe algumas coisas legais, como a cena da Daisy lutando com a Kora, a prisão do Garrett, a explosão do Farol, Yo-Yo e Daisy usando mais seus poderes, coisa que ficou um pouco de fora nessa temporada.

Na primeira vez que vimos o episódio, todos ficaram com uma certa “raiva”, pois esperavam uma final diferente para a série. Mas é possível dizer que, depois de ver os episódios de novo, ou pelo menos uma parte, acreditamos que o final foi bom, mesmo acreditando que poderia ter tido uma explicação melhor para a frase que estava perseguindo eles, desde que Enoch havia morrido. Afinal, porque eles não ficaram mais em missões juntos?


Pelo que conseguimos entender, Coulson pretende se desligar um dia, mas ainda vai curtir o mundo, então ok. Fitz e Simmons saíram por motivos óbvios. Fez sentido a história da Academia Coulson e da May, principalmente depois que fomos lembrados que o Coulson sugere isso para ela no episódio 6×05 – The Other Thing (A outra coisa). Mack foi um pouco estranho, achávamos que ele sairia da SHIELD, após tanto tempo pensando nisso, mas ficamos felizes que ele ainda continuou com a Yo-Yo e o final dela também foi legal. Daisy também teve um final bom, ficou com Sousa (vocês já devem ter percebido que somos Team Dousy), Kora foi um fio meio solto, mas acho que foi bom porque ela sempre quis ter esse vínculo com parente, mesmo a SHIELD sendo a família dela. Então, depois de analisarmos com calma, foi mais convincente, rs.


A conexão feita com a sexta temporada foi simplesmente ESPETACULAR, fechando toda a ideia o motivo de viagem no tempo. Sem dúvidas a nossa parte favorita do episódio todo. Eles ficando como equipe de extração foi uma ideia incrível!


A explicação do Fitz, do porquê dele ter ficado sumido, foi muito convincente e casou perfeitamente com a história. Eles vinculando a ideia de trazê-lo de volta com o casamento deles e, consequentemente, com a Alya, foi perfeita.

Nessa do nosso desejo do Nathaniel morrer e levar a Kora com ele, quase ele leva a irmã errada. Apesar disso ter dividido opiniões entre os ADM’s (alguns não queriam que a Daisy voltasse, rs), ninguém morreu e todos tiveram seus finais felizes, dentro da realidade de cada um.



Foi uma boa deixarem os finais “em aberto”. A gente não se ilude a ponto de acreditar que possam aproveitar os personagens em outras produções, mas, ainda sim, as opções estão lá. Eles irão se encontrar de tempos em tempos, é só uma pena que a gente não vá participar dessas reuniões.

Enfim, algumas pontas ficaram soltas, algumas perguntas não foram respondidas, mas foi um final digno. Poderíamos ter melhores vilões, mas a conclusão dos arcos foi boa, afinal.


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