Review 7×07: As aventuras de Mack e D

 Review 7×07: As aventuras de Mack e D

Chegamos ao meio exato da temporada (se quiser conferir os reviews da primeira metade, clique aqui). Com seis episódios antes e seis episódios depois, o episódio que foi ao ar quarta fica no meio dos 13 episódios totais da temporada. E acho que a representação foi bem boa…

Após um breve início com a May interrogando Deke sobre o que aconteceu, começamos com a informação que Sibyl, que achamos que Coulson tinha destruído, ainda estava viva (ou o que quer que podemos dizer sobre isso de um chronicom). Ela consegue ajuda de um nerd para se reconstruir (esse tipo de história SEMPRE dá errado).


“Você vai me ajudar? [S /N]”

Bom, e vamos a nossos agentes que foram deixados para no passado! Deke e Mack entram em uma discussão, pois Mack não está aceitando muito bem a morte de seus pais (mas convenhamos que jogar seus pais de um avião não é a melhor visão que os filhos tem dos pais).


Mack entra em uma grande depressão, se isolando de todos, até que recebe um bilhete do Deke que diz “Ondulações, venha hoje, é urgente”. Então Mack sai da casa e vai até a base (bar) da SHIELD onde encontra Deke cantando uma música que, supostamente ele escreveu, chamada “Don’t You (Forget about me)”.


Daqui, conhecemos o “Esquadrão Deke”, a banda do Deke que também são agentes que ele conseguiu reunir. Porém, eles sentiram a necessidade de um líder, que é quando Mack entra. Deke leva ele para o Farol, onde eles começam a apresentar suas habilidades e, bem, não sai muito como esperado. Ao chegarem no Farol, também descobrimos que Coulson segue vivo, sua memória está salva em um HD, da mesma forma que Sibyl conseguiu se salvar e está montando um novo exécito.

Então, Sibyl aparece invadindo a base a procura do que, descobrimos depois, ser o dispositivo do tempo. Nessa bagunça toda, Mack descobre que Deke tem ajudado ele e seu irmão, na versão criança deles, por uma das integrantes do “Esquadrão Deke”. Aí, eles encontram um dos robôs da Sibyl pela base e Mack resolve voltar e se juntar ao time.



Quando a saga dos robôs havia acabado, vemos Zephyr aparecendo e Simmons entregando um relógio com cronômetro, avisando a May e Yo-Yo que terão 27 dias até a nave retornar para o futuro. As agentes, então, encontram com Deke, Mack e Coulson e o episódio acaba.

Depois do famoso “voltamos em um momento”, vemos uma cena incrível do mini robô carregando o dispositivo do tempo, até chegar em NATHANIEL MALICK. SIM. O garoto ainda está vivo e adivinha só.. está seguindo as instruções da Sibyl, “presa” agora dentro de um VHS, assim como Coulson estava.


O QUE ACHAMOS:

O que podemos dizer é que esse episódio foi de transição. Nada grandioso aconteceu, mas vimos que os chronicons ainda não foram totalmente derrotados.


Para começar, sério, qual a necessidade das cenas da May interrogando o Deke? No contexto geral, as cenas não fizeram muita diferença, exceto, talvez, interromper a narrativa. Porém, no final, eu tinha até esquecido da existência da cena. De começo, a inclusão dessa cena nos faz pensar “deu algo muito ruim e sobrou pro Deke, como sempre”. Mas, não. Em resumo: não fez sentido.


A dinâmica do Mack e do Deke funcionou muito bem. Um dos pontos altos do episódio, junto com a apresentação do “Esquadrão Deke”! Não sei você, mas se lançarem um CD, eu compro!

Segundo Jeff Ward (Deke) e Henry Simmons (Mack) esse foi o episódio mais engraçado para gravação e, do ponto de vista deles, deve ter sido mesmo. Mas a quebra de ação “séria” e do ar dessa temporada, por ser a última, e o desejo de vermos todos os agentes em todos os episódios, fez com que muitos espectadores, assim como nós, acreditássemos que foi o pior episódio da temporada. Não estamos dizendo que foi ruim, mas se tivesse sido em outra época, e não nesse fim de série, poderia ter sido um episódio muito bom.



As cenas foram MUITO trash, pra dar lugar aos filmes desse tipo dos anos 80 (provavelmente, na época devia ser moda), assim como os demais episódios que tiveram muitas temáticas/referências envolvendo as épocas em que os agentes estavam. É aquilo: se você curte esse tipo de filme, deve ter gostado do episódio. E daquele sangue por toda parte, rs.

Nossa nota: 7,5

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