Relembrando a quarta temporada de Agents Of SHIELD

 Relembrando a quarta temporada de Agents Of SHIELD

Melhor temporada de qualquer série possível! A 4ª temporada é a mais aclamada, tanto pelo público, quanto pela crítica. Após essa introdução paramos para dizer que: senta que lá vem textão! 

Tá tudo diferente

Como falamos ontem, essa temporada começa no mesmo momento em que a terceira termina: seis meses de passaram desde a morte do Lincoln (Luke Mitchell), Daisy (Chloe Bennet) está afastada da SHIELD desde então e Coulson (Clark Gregg) não é mais o diretor. 


Muitas mudanças aconteceram na SHIELD, agora que ela é dirigida por outra pessoa, Jeffrey Mace (Jason O’Mara), conhecido como o Patriota. Um inumano (nem tão inumano assim, como descobrimos depois) que ficou famoso por ter se tornado um herói ao se arriscar para salvar uma pessoa (não tão herói assim, como também descobrimos depois).


Coulson e Mack (Henry Simmons) agora são uma equipe que trabalham a bordo do Zephyr One, tendo como uma de suas principais missões, conseguir encontrar a Daisy. 


Por conta do Tratado de Sokovia, os inumanos passam a ser mais perseguidos e questionados, se vendo forçados a assinarem o acordo. Daisy agora atua sozinha, buscando os Cães de Guarda (em inglês, Watch Dogs), grupo cujo único objetivo é acabar com a raça de inumanos.

O espírito da vingança: Ghost Rider

Gabriel Luna é Robbie Reyes, o Ghost Rider.

É neste momento que temos uma das melhores participações especiais de toda série: Ghost Rider. Com isso, a série ganha um ar mais pesado, até por ter tido uma mudança de horário na ocasião. O espírito da vingança no corpo de Robbie Reyes (Gabriel Luna) é o tema central do primeiro dos três arcos que dividiram essa temporada. 



Porém, é já no primeiro episódio que conhecemos aquela que iria se tornar uma das (se não a) maiores vilões de Agents Of SHIELD: AIDA (rainha, Ultron nadinha), o modelo de vida artificial (MVA) criada pelo Dr. Radcliffe (Jiohn Hannah). Ele nos é apresentado na temporada anterior, quando Hive quer construir um exército de inumanos (eu sei, não falamos sobre isso, mas falamos coisa pra caramba ali, foi mal). Fitz (Iain De Caestecker) passa a ajudar o doutor no aperfeiçoamento da tecnologia que dá vida à AIDA. 

Três arcos, uma história

Após o final do primeiro arco e a derrota do tio do Robbie, entramos para o segundo arco: os do MVA (LMD em inglês). Neste arco, iniciamos com a May (Ming Na) sendo presa e transformada em um robô com todas as suas memórias e sentimentos (eu ouvi Philinda?!). Seu principal objetivo: recuperar o Darkhold, um livro que é mencionado já no primeiro arco e que somente AIDA conseguiu ler, por ser muito poderoso para a mente humana. 


Em um resumo bem grotesco: ele é um livro que tem vida e que domina a pessoa que o lê. De primeiro a gente acha que ele fez com que a AIDA ganhasse autonomia, mas depois descobrimos que o Radcliffe o queria para um objetivo muito específico: salvar uma pessoa que ele amava (que coincidentemente tinha o mesmo rosto que a AIDA) de uma doença incurável. 


Mallory Jansen, em cena como Mademe HYDRA dentro da Estrutura. Mallory também fez outros dois papéis: Agnes e AIDA.

A gente descobre como ele pretende fazer isso no desenrolar para o terceiro arco: a Estrutura (Framework, em inglês). Ele cria, literalmente, um novo mundo, com a ajuda do Darkhold. Neste novo mundo, ele transporta a consciência de Agnes, sua amada, e passa a viver com ela. Seria uma linda história de amor se a AIDA não estivesse envolvida, né?! É. Seria. Ao conseguir se livrar do paradoxo que era proteger Radcliffe e proteger a Estrutura (matando ele e colocando ele pra sempre dentro da realidade virtual), AIDA passa a ter um outro objetivo: virar humana (porque nenhum robô com inteligência artificial é boa coisa e ninguém escuta o Mack!)


Um dos melhores episódios

Após capturar alguns dos nossos agentes e colocá-los dentro da Estrutura, em um dos episódios mais incríveis que a série já viu (4×15 – Self Control), Daisy e Jemma (Elizabeth Henstridge), umas das únicas que conseguiram escapar, invadem essa realidade para iniciar o arco final da temporada: o da Estrutura. E o primeiro “What If..” (episódio 4×16) da história da Marvel, na televisão e nos filmes. 

Elizabeth Henstrigde, que faz a Jemma Simmons, em cena do episódio “Self Control”.

Essa é só para os observadores de plantão. No último episódio do segundo arco (4×15), o episódio começa com a AIDA delicadamente cortando o Russo em pedaços (desculpa, galera, não dá pra falar mais suave que isso) e como ela mesma diz “transformando ele em muitas coisas”, ele faz menção a música que está tocando no fundo, “Have You Heard? (Part II)” – The Moody Blues, dizendo que considera essa uma música para nascer e não “a outra coisa”, pois a letra fala sobre pertencer a um mesmo mundo e estar com quem você gosta. No final desse mesmo episódio, onde são mostradas as cenas de como está sendo a vida de cada um dos plugados na Estrutura, essa música reaparece e fazendo ênfase em uma parte da letra que fica repetindo “have you heard” no sentido de “ficou sabendo do que está acontecendo?”



Quem nunca pensou na possibilidade de poder reverter o maior arrependimento que você tem na vida?

É nisso que se baseia TODA história do terceiro arco. Eles (exceto Jemma e Daisy, no caso) estão dentro da Estrutura, sem terem ideia que se trata de uma outra realidade, vivendo sem o maior arrependimento de suas vidas do mundo real: 

A HYDRA está no poder, Coulson é um professor de história, May salvou a menina em Bahrein, Mack tem sua filha, Hope, Fitz convive com seu pai, que o rejeitava na vida real, Mace é, realmente, um inumano e que luta contra a HYDRA, Jemma está morta (porque AIDA precisava do Fitz pra ajudar com o seu plano “quero ser humana”) e Daisy acorda com, ninguém mais, ninguém menos, que Grant Ward como namorado.


Não sei se preciso dizer muito mais que isso desse arco, porque já é confusão o suficiente, não é?! 


Ao final, depois que, quase todos conseguem finalmente sair desse outro mundo, temos o retorno de Robbie Reyes, como o único capaz de derrotar AIDA, agora uma inumana (porque ser só humana não era o suficiente, né, querida?!) com vários poderes, feitos por testes realizados dentro da Estrutura. 


Coulson faz um acordo com Ghost Rider (maldito acordo, vide 5ª temporada) e ele consegue derrotar AIDA com a ajuda do espírito da vingança.

Terminamos com mais um mistério: a equipe é capturada e mostra Coulson no espaço. Já sabem: amanhã é dia de falar da 5ª temporada de Agents Of SHIELD.



Bloopers

Abaixo, você confere os erros de gravação (blooopers) legendados da quarta temporada da série:

Sentiu falta de algo?? Comenta aí embaixo o que foi e o que mais sente falta da quarta temporada da série! 


FALTAM QUATRO DIAS! A 7ª (e última) temporada de Agents Of SHIELD volta dia 27/05, na ABC, a partir das 23h (horário de Brasília). Acompanhe a nossa contagem regressiva também pelas nossas redes sociais. 


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